Prezados parceiros, colaboradores, famílias, amigos, .... a equipa do projeto de educação inclusiva, A Escola é um lugal especial, deseja a todos um ano de 2013 cheio de concretizações, paz, amor e desenvolvimento.
Que este seja um luminoso ano de INCLUSÃO!!!!
carla ladeira
terça-feira, 8 de janeiro de 2013
quarta-feira, 12 de dezembro de 2012
Retirado de:http://comunicacaoaa.wordpress.com/paralisia-cerebral/
Paralisia Cerebral
Filme “O meu pé esquerdo” (My Left Foot)
Ano: 1989
Áudio: Inglês
Legendas: Português
Duração: 103 min.
Áudio: Inglês
Legendas: Português
Duração: 103 min.
A história real do escritor irlandês
Christy Brown que, apesar de sofrer de paralisia cerebral desde bebê,
conseguiu provar ao mundo que tinha inteligência e talento. Oscars de
melhor ator para Day-Lewis e de melhor atriz coadjuvante para Brenda
Fricker.
Durante nove meses, o bebé cresce no
ventre da mãe. Uma maravilha da natureza acontece, passado esse glorioso
tempo de gravidez. O dia do parto vai-se aproximando com cada movimento
do bebé. Surge uma alegria incontida de um novo ser que prolonga a
nossa existência e que vai perpetuar as nossas características na
família, por o outro lado o peso de uma responsabilidade com a
interrogação se a natureza o vai dotar ou não de condições normais para
se desenvolver.
Noves meses passam, as dores do parto
surgem, o bebé nasce. Mas, a grande maravilha da natureza esconde por
vezes alguns mistérios e a realidade de um bebé “diferente” aos poucos
vai sendo exposta perante os pais.
A família é o primeiro núcleo social em
que a criança se integra após o nascimento, aprendendo e formando as
suas características pessoais e sociais futuras.
“Quase todos os médicos que me viram e
me examinara rotularam-me como um caso interessante mas sem esperanças.
Muitos disseram à minha mãe, com delicadeza, que eu era deficiente
mental e que seria assim. Foi um grande choque para uma jovem mãe que já
tivera cinco crianças saudáveis. Os médicos estavam tão certos do que
diziam que a fé de minha mãe em mim parecia quase uma impertinência.
Asseguraram-lhe que nada poderia ser feito por mim.
Ela recusou-se a aceitar a verdade
inevitável – como então parecia – de que eu não tinha esperanças. Ela
não podia e não acreditaria que eu era um imbecil, como os médicos
afirmava. Não havia nada nesse mundo em que pudesse se basear, nem uma
mínima evidência para apoiar a sua convicção de que, embora o meu corpo
fosse aleijado, a minha mente não era. Apesar de tudo que os médicos lhe
disseram, ela não podia concordar. Não creio que soubesse por quê –
apenas sabia, sem que a menor sombra de dúvida lhe passasse pela mente.”
(Brown in Buscaglia, 1993, pag. 91).
Histórias como a de Christy Brown
constituerm verdadeiras provas de vida. Com este tipo de histórias
aprendemos a superar barreiras, a superar as maiores adversidades e
realizar, concretizar o impossível, merecendo assim o reconhecimento e
atenção de todos.
Filho de uma humilde família, Christy
nasce portador de paralisia cerebral que lhe afecta todos os movimentos
do corpo, com a excepção do pé esquerdo. E é através desse pé que ele
nos transmite as suas frustrações, as suas desesperanças, sentimentos de
desamparo bem como as suas alegrias, triunfos e descobertas pessoais.
Os problemas que uma deficiência acarreta
constituem-se complexos, arrasadores e exaustivos, não só para a
própria pessoa como para a família também. No decorrer do filme podemos
destacar o vínculo familiar existente e decisivo para a auto-estima de
Christy.
Comparando experiências de pessoas que
tiveram influências da família, podemos encontrar aspectos positivos,
significativos, produtivos, mas também negativos, traumáticos e até
destrutivos. No caso de Christy, a família foi uma força determinante
para o seu crescimento em termos de educação (o ensino, as
aprendizagens); de formação da sua personalidade (o seu humor, a sua
auto-estima, as suas relações interpessoais); das emoções (alegrias,
tristezas, angústias, frustrações); na evolução social (as brincadeiras,
o apoio dos irmãos, a discriminação da sociedade), entre outros.
Cada família atribui um significado à
deficiência, que é influenciado pelo seu nível sócio-cultural, pelo seu
carácter, sua personalidade e pela capacidade de adaptação de cada um
dos elementos familiares e pelas suas experiências pessoais vividas.
Numerosos autores discutem as etapas
pelas quais os pais de crianças portadoras de deficiência passam, desde
negação, raiva, depressão e aceitação. No meio de tantos sentimentos
(culpa, vergonha, medo, rejeição) quantas vezes contraditórios,
sobressai o medo, responsável, em certos casos, por um afastamento
parental. Medo porque não compreendem, porque não sabem lidar com os
problemas e sentimentos do seu filho portador de deficiência, medo de
errar.
Sendo essas etapas situações normais,
tanto mais que são sentimentos comuns a todos nós, e por assim ser, os
pais têm tendência a criar mecanismos psicológicos de defesa que lhes
permitem adiar, momentaneamente, a percepção da realidade. Para, com
isso, terem tempo de se preparar e encarar os seus verdadeiros
sentimentos em relação à família, ao filho portador de deficiência e à
própria deficiência.
Para além de lidar com pressões internas,
a família também tem que lidar com pressões externas, a sociedade em
si. As diferenças que a sociedade inculta desde insensibilidade, falta
de conhecimento, repulsa, rejeição e preconceito, apresentam
repercussões no desenvolvimento da criança com deficiência, como
aconteceu no caso de Christy. Daí que a família actue como mediadora
assumindo atitudes e necessidades de protecção, defesa e luta pelos seus
direitos e os da pessoa com deficiência.
Para que as pessoas com deficiência
tenham as mesmas oportunidades que os ditos “normais ” devem ter acesso a
uma educação o mais dinâmica e acessível possível, voltada para vida,
sentindo e vivendo todas as emoções que a vida revela. Tal como as
outras pessoas, necessitam de ser “instruídos no uso das suas
capacidades, para que adquiram uma percepção mais acurada da realidade,
através da exploração do mundo à sua volta e das suas próprias
descobertas. Devem ser informados a respeito da mina oculta de seu
potencial, não apenas para serem o que são, mas para que sempre busquem
meios de ir além de seu eu presente.” (Buscaglia, 1993, pag. 189,
190). Explorando o mundo, exploram as suas capacidades afectivas desde
trocar sentimentos, emoções; partilhar discussões, preocupações; receber
e dar elogios, reprimendas; aceitar e expressar a sua individualidade;
tentar, conseguir e falhar; rir e chorar; sentir prazer e sofrimento;
sentir tudo aquilo que faz parte do processo de formação de uma pessoa.
Tal como Christy, as pessoas portadoras
de deficiência amam, transmitem sentimentos de amor. E não só sabem
amar, com se revoltam pelo direito de terem um amor como qualquer outra
pessoa. E é acreditando fielmente nesse amor, nessa entrega total ao
sentimento de amar que acabamos por encontrar alguém que retribui os
nossos sentimentos. Protagonista da sua própria vida, Cristy soube
valorizar e ser valorizado, respeitar e ser respeitado dentro das suas
limitações.
Tendo patente que qualquer criança é
educável, independentemente de possuir deficiência ou não, também temos
consciência do contributo da escola para aumentar o seu conhecimento
sobre o mundo em que vivem para se tornarem independentes e
auto-suficientes, assim podendo dispor e controlar a sua própria vida.
No caso de Christy, a escola foi em casa, os professores e colegas foram os seus irmãos.
Variando com as diferentes culturas e com
o decorrer dos séculos, as atitudes com as pessoas diferentes sofreram
várias alterações. A Educação Especial apresenta um percurso em
constante mudança. Da situação em que a criança com Necessidades
Educativas Especiais (NEE) era excluída do seu contexto sócio-educativo,
passámos para uma nova realidade: a inclusão. Nessa realidade tornou-se
evidente a preocupação em dar resposta a todas as crianças com NEE.
Correia (1992: 56-57) refere que na
educação dessas crianças é o ensino que permite o desenvolvimento das
suas aptidões, possibilitando, deste modo, a maximização do seu
potencial.
Assistiu-se, pois, a uma progressiva inflexão na percepção relativamente à criança diferente da dita normal.
A Educação Especial centra a sua
actividade na aplicação de um vasto conjunto de estratégias
pedagógico-educativas que pretendem promover “o desenvolvimento e a
educação do aluno utilizando todo o seu potencial – físico, intelectual,
estético, criativo, emocional, espiritual e social – ajudando-o a viver
como cidadão válido, autónomo e ajustado.” (Sanches, 1995: 15).
A adequação da prática educativa e o
estabelecimento de relações interpessoais empáticas podem contribuir
para a promoção desse desenvolvimento, de modo a que o atendimento
proporcionado às crianças com NEE as encaminhe no sentido do sucesso
educativo. Daí que a atitude e a qualidade científico-pedagógica dos
docentes se torne relevante. Aos educadores é exigido o desenvolvimento
de uma pedagogia centrada na criança e adaptar-se às hipóteses
estabelecidas quanto ao ritmo e natureza dos processos de aprendizagem
(Declaração de Salamanca, 1994).
No entanto, a inclusão continua a ser um
assunto polémico, pois as transformações necessárias ao processo estão
de certa maneira dependentes da formação dos educadores, professores e
dos recursos técnicos. Colocar a criança num ambiente o “menos restritivo possível”
(Correia, 1997: 19) e fornecer-lhe serviços especiais, exige novas leis
e implica modificação de edifícios e aquisição de novos materiais. Além
disso, crê-se que a inclusão passa sobretudo por uma alteração de
mentalidades e de atitudes. E estejam pais, educadores, professores,
governantes e população em geral tantas vezes resistentes a esta
mudança, este é um processo contínuo, que se encontra ainda numa fase
inicial de transformação.
Para adquirir o filme “O meu Pé
Esquerdo” bem como outros filmes ligados às Necessidades Educativas
Especiais acedam ao site: http://www.filmeseducativos.com/
Bibliografia
* BUSCAGLIA, L. Os deficientes e seus pais: Um desafio ao aconselhamento. Editora Record: Rio de Janeiro, 1993.
* CORREIA, L. M.. A aprendizagem num contexto de Necessidades Educativas Especiais. Revista – A Razão. Julho/Agosto/Setembro: 56-57. 1992
* CORREIA, L. M. Alunos com Necessidades Educativas Especiais nas classes regulares. Porto Editora: Porto, 1997.
* SANCHES, I. R. Professores de Educação Especial. Porto Editora: Porto, 1995.
Páginas de consulta interessante:
http://neetrissomia.wordpress.com/actividades/
http://comunicacaoaa.wordpress.com/
http://especialprof.blogspot.com/2009/01/educacao-especial-nos-caminhos-da.html
http://pt.calameo.com/read/000024481c7e833c8aca4 (Educação inclusiva)
https://www.box.com/shared/qrl2ip8117 (Revistas)
http://pecsemportugues.blogspot.com/ (Comunicação aumentativa e alternativa)
http://informaticaparaeducacionespecial.blogspot.com/
http://www.profala.com/
http://comunicacaoaa.wordpress.com/
http://especialprof.blogspot.com/2009/01/educacao-especial-nos-caminhos-da.html
http://pt.calameo.com/read/000024481c7e833c8aca4 (Educação inclusiva)
https://www.box.com/shared/qrl2ip8117 (Revistas)
http://pecsemportugues.blogspot.com/ (Comunicação aumentativa e alternativa)
http://informaticaparaeducacionespecial.blogspot.com/
http://www.profala.com/
Métodos de Intervenção com Pais
Experiência Profissional Relevante:
- É Professora auxiliar no instituto Superior de Psicologia Aplicada desde Março de 2004 até à presente data;
- Assistente convidada no Instituto Superior de Psicologia Aplicada desde Outubro de 1991 a Março de 2004;
- Psicóloga Coordenadora de Equipa de Avaliação e Intervenção Psicológica na Secção de Educação Terapêutica (A-da-Beja) e das equipas de adopção e Intervenção Precoce na Direcção de Serviços de Orientação e Intervenção Psicológica desde Janeiro de 1977 a Abril de 1998 - Ministério do Trabalho e Segurança Social;
- Formadora na área do Desenvolvimento Infantil e Intervenção Precoce para profissionais do Ministério do trabalho e Segurança Social e Ministério da Educação, desde 1978 até à presente data;
- Psicóloga coordenadora da equipa de admissões da Casa Pia de Lisboa de Março de 1973 a Janeiro de 1977.
No que se refere a Investigação
relevante:
- Pimentel, J.S. (2005). Intervenção Focada na Família: Desejo ou Realidade - Percepções de pais e profissionais sobre as práticas de apoio precoce a crianças com necessidades educativas especiais e suas famílias. Lisboa: Secretariado Nacional para a Reabilitação e Integração da Pessoa com Deficiência;
- Pimentel, J.S. & Meneres, S. (2003).The Development of Children with Down Syndrome: the influence of maternal adaptation, mother-child interaction and early forms of support. European Journal of Special Needs Education, 18 (8), 209-225;
- Pimentel, J.S. & Meneres, S. (2003). Um estudo longitudinal de quatro crianças com Síndroma de Down: análise dos efeitos da adaptação das mães, da interacção mãe-criança e das formas de apoio precoce no desenvolvimento das crianças. Psicologia, Vol. XVII (1), 81-108;
- Pimentel, J.S. (2003). A Escala de Intervenção Focada na Família: estudo da sua validação, Psicologia, Vol. XVII (1), 179-194;
- Pimentel, J.S. (1997). Um Bébé Diferente: Da individualidade da interacção à especificidade da intervenção. Lisboa: Secretariado Nacional para a Reabilitação e Integração das Pessoas com Deficiência.
- FONTE: http://cantodesaudemental.blogspot.com/2011/10/metodos-de-intervencao-com-pais.html
A Medicina Tradicional e a Saúde Mental em Moçambique: (dez) encontros (?)
Rómulo Muthemba
Psicólogo Clínico
Resumo
O presente
ensaio pretende colocar em diálogo criativo e transformador duas
realidades essenciais para a saúde: a medicina tradicional e a saúde
mental. Deste modo, ambicionamos tirar ilações sobre as suas
vicissitudes e complementaridades, de forma a reduzir o fosso existente
e que não contribui para uma abordagem comunicativa entre dois
mundos próximos, mas também distantes.
Numa primeira abordagem tentámos contextualizar e situar as duas realidades, definindo o seu campo de acção e métodos.
Posteriormente,
ousámos confrontar em diálogo as duas realidades, dando ênfase não aos
aspectos meramente consensuais, mas àqueles que os problematizam e os
dividem... é nesta experiência de comunicação que encontrámos alguns
subsídios para exteriorizar o nosso pensamento, imaginário estimulado
pelas constatações e discussões permanentes entre o que é da
ordem do interno e o externo, objectivo e subjectivo –
tentámos assim contribuir, através de uma reflexão aberta para uma
melhor compreensão da subjectividade e elasticidade do psiquismo do ser
humano.
Subjectividade
que deve ser abordada como tal, respeitando a sua natureza e
complexidade, e não com determinismos científicos, culturais ou
espirituais – mas sim num reconhecimento baseado no encontro e
comunicação permanentes.
Fazemo-lo com a
perspectiva de que os factores socioculturais exercem uma influência
decisiva, nalguns casos na incidência, noutros na patologia das
perturbações mentais e do
comportamento.
comportamento.
A dimensão do
diálogo não se esgota apenas nestes “10 encontros” como “erradamente”
poderá parecer, estende-se para muitos e outros encontros possíveis,
imaginários a serem explorados e discutidos no futuro, quando a nossa
experiência, sabedoria e conhecimento o permitirem.
Palavras-chave: Saúde mental, medicina tradicional, diálogo e complementaridade.
Abstract
This essay aims
to bring together a creative and transforming dialog about two
essential realities on health issues: medicine man and mental health.
Therefore, we grand to make inference on its circumstances and
complementarities, in order to reduce the gap between them which does
not contribute to a communicative approach between two closed and
distant worlds. As first approach,
we try to set the background and locate these two realities, defining their methods and working area.
Afterwards, we
goad to tackle a dialog between the two realities, postponing the
consensual aspects and focusing on issues that are controversial
and divide them… it is in this communication experience that we find
contribute to bring out our reflection, and imagination,
stimulated by
outcomes and permanent discussions about intern and extern,
objective and subjective – trying to contribute, trough a wide
reflection for a better comprehension of subjectivity and elasticity of
human psyche.
Subjectivity that must be discussed as such, respecting the nature and complexity, against the
scientific, cultural and spiritual determinisms – using knowledge based on confluence and permanent communication.
On doing so, we
expecting that both social and cultural issues have an important
influence, on incidence in some cases, and on pathology of mental and
behaviour disorders.
The extension
of the dialog does not fit only in these “10 meetings” as it seems to
be. It opens space to countless other possible meetings to be explored
and discussed in the future, as our wisdom and knowledge allow.
1.
Contextualização – Saúde Mental Saúde mental é considerada pela maior
parte da população Moçambicana, incluindo a dotada de escolaridade, como
uma área da medicina que se dedica ao tratamento de doentes mentais ou
“malucos” como vulgarmente e “erradamente” se diz.
Para os profissionais de Saúde, esta é considerada uma área mais abrangente e que abrange não
só dimensões de
tratamento do doente mental, mas também alarga-se a abordagem do bem
estar, prevenção, tratamento e reabilitação de sujeitos com doença
mental ou pessoas com problemas (dificuldades) psicológicos, de
comportamento e dificuldades que podem afectar a sua vida
pessoal, afectiva, relacional, profissional e social.
Deste modo, a Saúde mental tem que ser definida no contexto actuante bio -psico-social,
enquadrando, obviamente a componente cultural e saiba como ler todo o artigo aqui
-
quarta-feira, 5 de dezembro de 2012
Dia Internacional da Pessoa com Deficiência e Festa da Família
Comemorou-se, no passado dia 3 de Dezembro, o Dia Internacional da Pessoa com Deficiência. As crianças do CRI de Chokwe e Chibuto receberam brinquedos e um lanche fruto da amizade e contributo solidário de muitos amigos!!
Partilhamos aqui algumas imagens encorajadoras!!!
Bem haja!
Partilhamos aqui algumas imagens encorajadoras!!!
alegria de pequenos e graúdos |
encanto |
alegria |
esperança |
sensorial |
sorrisos |
cuidar |
levar para casa |
dedicação |
"estamos juntos" |
Subscrever:
Mensagens (Atom)